A minha intenção aqui é ajudar outras pessoas que, assim como eu, estão sempre em busca de novidades para o trabalho desenvolvido com as crianças . Aqui no meu cantinho você encontrará material para EBD, culto infantil, ideias de visuais para histórias bíblicas, missionárias e objetivas, projetos para datas comemorativas, visuais de cânticos e versículos etc. Caso eu poste algo de sua autoria sem os devidos créditos ou autorização, por favor me comunique postando sua mensagem nos comentários.
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terça-feira, 4 de setembro de 2018
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
HISTÓRIA BÍBLICA O PROFETA ELIAS É ALIMENTADO POR CORVOS
CONQUISTANDO A ATENÇÃO: [Escolher entre as opções abaixo:]
Opção A: [Preparar várias tarefas para as crianças. Podem
ser mandadas a um canto da sala, descalçar e calçar os sapatos, sentar aqui e
ali, e assim por diante. Planejar um bom número de atividades. Antes de as
crianças terminarem uma tarefa, um ajudante deve mandar que façam outra. A
coisa deve ser feita de tal modo que haja muita correria para lá e para cá e a
confusão seja total. Depois de um tempo, mandar as crianças se aquietarem.
Depois comentar como é complicado obedecer a duas pessoas. Dizer:] Na lição de
hoje as pessoas terão de escolher a quem vão obedecer.
[Adaptado de “96 Atividades Para Ensinar a Criança a
Praticar a Bíblia”, livro 2, pág. 47.]
Opção B: [Colocar alguns palitos de fósforo sobre uma
bandeja e jogar água sobre eles, para que fiquem molhados. Depois, riscar um
fósforo e tentar colocar fogo neles. Depois de algumas tentativas, dizer:]
Realmente a madeira encharcada de água não pega fogo de jeito nenhum. Agora
prestem atenção à história de hoje e vocês verão que algo muito estranho aconteceu
com uma lenha molhada.
APRESENTANDO A LIÇÃO: [Movimentar os personagens e mudar os
cenários de acordo com a história. Dizer:]
Quando
Salomão aceitou o chamado para a missão de ser rei, era humilde, sábio e
obediente a Deus. Ele ficou famoso e muito, muito, rico. O vaso de riquezas
dele ficou bem cheio. [Encher o copo de Salomão.] Só tem um jeito de carregar
muita riqueza e fama e, ao mesmo tempo cumprir a missão de Deus: é preciso ser
humilde e obediente.
O
problema é que Salomão esqueceu sua missão e começou a ficar orgulhoso.
[Começar a balançar levemente o copo com a água, sobre uma bacia, deixando
derramar algumas gotas.] Fez amizade com os grandes reis de sua época e se
casou com as princesas, filhas deles. [Balançar um pouco mais e derramar um
pouco mais de água.] Foi uma dupla desobediência. Deus não queria que ele
tivesse mais de uma esposa e também proibiu os israelitas de se casarem com
mulheres que adoravam ídolos. [Balançar
ainda mais, derramando bastante água.] Dentro de pouco tempo aquelas mulheres o
convenceram a adorar seus ídolos também e, vendo seu rei agindo assim, o povo
de Israel também começou a adorar aquelas estátuas. Deixando de adorar a Deus,
Salomão se tornou egoísta e malvado. E o povo ficou muito descontente com o
governo dele. [Virar o copo na bacia.]
Que tristeza para Deus! Por causa da ingratidão e
desobediência de Salomão Ele mandou um profeta lhe dizer: “Já que você não
guarda meus mandamentos, vou dar o reino a um servo seu depois que você
morrer.” Salomão já estava velho quando percebeu que havia desperdiçado sua
juventude servindo aos ídolos. Ele se arrependeu sinceramente e voltou a servir
a Deus. Mas o seu mau exemplo não pode ser apagado e as pessoas continuaram
adorando ídolos.
Depois da morte de Salomão, o reino de Israel ficou dividido
em duas partes. [Dividir a folha de papel em duas partes, uma maior e outra
menor.] A parte sul com duas tribos, onde reinava o filho de Salomão, e a parte
norte, com dez tribos, onde reinaram outros reis. Infelizmente os reis seguiram
o mau exemplo de Salomão e levaram o povo a adorar os deuses falsos.
Um deles foi Acabe [mostrar o personagem Acabe]. Como
Salomão, ele se casou com uma princesa que adorava ídolos. [Mostrar Jezabel.]
Ela se chamava Jezabel e era muito mandona. Seu ídolo preferido era conhecido
como Baal e ela trouxe muitos profetas de Baal para morar em Israel. Como o rei
não sabia dizer não para ela, passou a sustentar todos eles.
Os profetas de Baal ensinavam o povo que era Baal quem
mandava a chuva e boas colheitas e não o Deus de Israel. Para adorar a esse
ídolo, as pessoas tinham que se machucar e machucar outras pessoas. Os
israelitas começaram a fazer isso e muito mais coisas feias. Deus amava os
israelitas e não queria que fossem enganados. Ele ficou muito triste com
aquilo.
Naquela época Elias, um profeta de Deus, vivia nas
montanhas. Ele foi chamado pelo Senhor para a missão de mostrar quem era o
verdadeiro Deus. Por isso, ele foi falar
com rei Acabe, em Samaria, a capital do reino. [Cenário da sala do trono.]
Havia muitos soldados ali, mas Elias não teve medo. Ele se aproximou de Acabe e
disse [fazer voz autoritária]: “Como vive o Senhor Deus de Israel, não haverá
orvalho ou chuva até que eu fale contigo novamente.” Acabe ficou aborrecido com
aquilo e Jezabel ficou muito zangada. Mas Deus mandou Elias se esconder em um
lugar distante e Jezabel não conseguiu fazer mal a ele. [Levar Elias para o
ribeiro de Querite.]
O povo ficou sabendo do que Elias havia dito. Alguns ficaram
com medo [fazer expressão e voz de preocupação]: “Não dá pra viver sem chuva!
As colheitas e os animais não vivem! É melhor deixarmos de adorar Baal!” Mas a
maioria ria da mensagem de Deus [fazer voz e expressão de zombaria]: “Que nada,
gente! Quem manda a chuva e as colheitas para nós é Baal. Olhem como as
plantações estão bonitas e os rios cheios de água. Elias é um louco!”
Mas o que Elias falou era verdade e a chuva não caiu mais,
nem o orvalho. As plantas começaram a secar e, sem pasto, os animais ficaram
fraquinhos. Mesmo assim, os israelitas não se arrependeram. Jezabel e os
profetas de Baal falavam para o povo adorar ainda mais a Baal para que ele
enviasse chuva. Imaginem se uma estátua podia fazer alguma coisa! Enquanto
isso, Deus estava cuidando de Elias. Ele bebia água de um ribeiro e todos os
dias Deus mandava os corvos trazerem o desjejum e o jantar de Elias. [Os corvos
devem levar comida para Elias.]
O tempo foi passando e nada da chuva cair. Jezabel disse que
Baal não mandava chuva porque estava ofendido com Elias. O rei Acabe mandou
soldados por toda parte, mas não conseguiram encontrá-lo. Ele estava escondido
por Deus, tendo sua água e sua comida. Jezabel ficou com tanta raiva de não
poder por as mãos em Elias que mandou matar todos os profetas de Deus. Que
mulher má! Mas um homem bom, chamado Obadias, escondeu cem profetas em uma
caverna, e levava pão e água pra eles todos os dias.
Sem chuva, os rios e os poços também começaram a secar. O
ribeiro onde estava Elias também secou. Mas isso aconteceu porque, Deus queria
cuidar de uma viúva muito pobre e hospitaleira que vivia em uma cidade chamada
Sarepta. Então, o Senhor chamou Elias para a missão de ajudá-la e Elias aceitou
o chamado. [Cenário da casa da viúva.]
A pobre viúva estava do lado de fora da cidade, pegando uns
gravetos no chão, quando Elias chegou e lhe pediu um pouco de água e comida. A
mulher reconheceu que ele era um homem de Deus, mas respondeu com muita
tristeza [fazer voz triste]: “Eu não tenho nenhum pão. Só tenho um punhado de
farinha e um pouco de óleo. Com isso vou fazer um pão para mim e meu filho.
Depois, vamos esperar a morte.” Elias lhe disse [fazer voz animada]: “Não tenha
medo. Faça o pão para mim. Depois faça para você e seu filho. Deus promete que
não vai faltar farinha nem azeite pra você.”
A mulher já era acostumada a ser bondosa com as pessoas Ela
tinha bem pouco, mas acreditou em Deus aceitou o chamado para a missão de dar
comida a Elias. [Colocar o pãozinho em um prato e oferecê-lo gentilmente.] Fez
o pão e o ofereceu gentilmente para Elias. O Senhor a abençoou por sua
obediência ao chamado e a farinha e o azeite não acabaram. Toda vez que ela ia
fazer pão, a farinha e o azeite continuavam lá.
Enquanto as pessoas que adoravam
Ball estavam famintas, ela tinha seu alimento certo.
Um dia seu filho adoeceu e morreu. Elias orou, e Deus e o
ressuscitou. Quantas bênçãos ela recebeu por aceitar sua missão. [Levantar o
copo com pouca água.] Ela recebeu pouco, mas foi humilde e obediente e por isso
foi muito abençoada.
MEMORIZANDO: [Dizer:] O que vocês acham de um amigo que tem
vergonha de você ou que fica indeciso se quer sua amizade ou não? É bom tem um
amigo assim? Claro que não. Como vocês acham que Deus se sente quando nós O
deixamos porque outros zombam de nós ou quando não tomamos uma decisão bem
firme ao lado dEle. Ele quer que tenhamos coragem de mostrar que somos dEle. E
quer que sejamos decididos. É isso que a Bíblia diz. [Ler o verso na Bíblia e
ensiná-lo fazendo os gestos como estão descritos na lição:]
Quem é do Senhor - [mostrar as pessoas e apontar para o céu]
Venha a mim - [colocar a mão direita sobre o peito]
Êxodo 32:26 - [juntar as mãos e abri-las para formar um
livro]
REVISANDO: [Desenhar a silhueta de uma montanha, na lousa ou
em um cartaz. Fixar uma vela estrelinha com fita adesiva no topo da montanha.
Colocar a figura de Elias do lado da montanha, embaixo. As crianças devem
ajudar Elias a subir a montanha. Explicar que a cada resposta certa o Elias vai
subir um pouco a montanha. A cada resposta errada ele ficará parado. Quando ele
alcançar a montanha, tirar a vela e acendê-la, criando as faíscas.]
APLICANDO: [Desenhar uma linha sobre o chão (ou fazer uma
linha com fita adesiva). Pedir que as crianças fiquem em pé sobre a linha.
Escolher um dos lados da linha para representar o lado de Deus e o outro para
ser o do Inimigo. Dizer:] Quando Elias pediu para que o povo escolhesse entre
adorar a Deus ou a Baal ninguém respondeu. Isso quer dizer que eles estavam em
dúvida, estavam em cima do muro. Estar em cima do muro quer dizer que você não
escolheu o lado que quer ficar. Vamos imaginar que esta linha é um muro. Se o
que eu falar mostrar uma pessoa que escolheu servir a Deus, vocês devem colocar
os pés do lado de Deus. Se eu falar de alguém que escolheu servir ao Inimigo,
vocês devem colocar os pés do lado do Inimigo. E, se eu falar de alguém que
está indeciso, vocês devem ficar em cima da linha.
A) Maria tem vergonha de ser crente, por isso não quer mais
ir à igreja e diz para suas amigas que quer curtir o mundo. [Lado do inimigo.]
B) Apesar de seus amigos dizerem que ele estava louco, Jorge
os avisou que não vai mais à festa de carnaval porque agora ele é um crente.
[Lado de Deus.]
C) Sandra gosta de cantar nos cultos da igreja, mas durante
a semana ela escuta e canta músicas mundanas. [Em cima do muro.]
D) Os primos de Mateus o convidaram para ir à praia no
sábado. Ele disse “não” porque o sábado é o dia do Senhor. [Lado de Deus.]
E) Marcos recebeu um convite para assistir a um culto. Ele
recusou dizendo que prefere se divertir. [Lado do Inimigo.]
F) Sofia sabe muitos versos da Bíblia de cor, mas, na
escola, vive dizendo nomes feios e piadas sujas. [Em cima do muro.]
G) Todas as amigas de Maiara sabem que ela é crente: ela é
amável e prestativa, usa roupas cristãs, não usa maquiagem e sempre fala da
Palavra de Deus para elas. [Lado de Deus.]
H) Samuel tem vontade de servir a Deus, mas seus melhores
amigos são mundanos por isso ele ainda não se decidiu. [Em cima do muro.]
[Pedir que as
crianças se sentem e dizer:] Vejam essa historinha. [Mostrar as figuras nos
quadrinhos, contando a história. No final, dizer:] Muita gente fica indecisa,
sem escolher de uma vez o lado do Inimigo ou o lado de Deus. Ficam em cima do
muro. Essas pessoas não sabem que, sem perceberem, já escolheram o lado do
Inimigo pois quem não escolheu a Deus já é do Inimigo. Assim como nos dias de
Elias, hoje quem quer servir a Deus sofre perseguição e zombaria. É preciso ter
coragem para ser diferente do mundo. Deus hoje está fazendo a mesma pergunta
para vocês e para mim. Ele quer que façamos nossa escolha. Quem quer escolher a
Deus e abandonar as coisas mundanas fique em pé, no lado da linha que
escolhemos para ser o lado de Deus. [Colocar-se do lado de Deus e dar tempo
para que as crianças venham. Respeitar, caso alguma não queira vir. Depois,
fazer uma oração pedindo a ajuda de Deus para que todos ali sejam corajosos e
fieis.]
CONTANDO AOS OUTROS:
Opção A: [Entregar as partes da história em quadrinhos para
as crianças. Pedir que coloquem as figuras em ordem, a primeira sobre a segunda
e assim por diante. Depois, grampear as figuras para formar um livrinho.]
Opção B: [Entregar a figura para as crianças colorirem.
Recortar as peças do quebra-cabeça para as crianças pequenas. Deixar que as
crianças maiores recortem elas mesmas.]
[Em ambas as opções, lembrar as crianças de contarem aos
outros
sobre a importância de escolher servir a Deus e não ficar indeciso.]
sobre a importância de escolher servir a Deus e não ficar indeciso.]
Fiz este visual no curso da tia Erica Rangel
Fonte do texto: https://evangelismoinfantil.blogspot.com/2016/11/tesouros-infantis-v2n1-licao-7_24.html#morequarta-feira, 22 de agosto de 2018
terça-feira, 21 de agosto de 2018
HISTÓRIA MISSIONÁRIA O CAMPO DE ABACAXIS
Esta é uma história verídica. A história do campo de
abacaxis aconteceu na Nova Guiné. Ela durou sete anos. É uma ilustração
profunda de um princípio bíblico básico aplicado. Ao ler este relato original,
você descobrirá que ele é um exemplo clássico do tipo de lutas que cada um de
nós enfrenta até que aprenda a aplicar o princípio de renúncia aos direitos
pessoais.
Esta é uma historia
verídica, porem ela não se passa tão distante assim, ela bem pode ser a sua, a
minha, a dos nossos lideres, pastores e etc.
Ao final desta leitura pare e reflita.
Tem muitos que estão lhe observando e tudo que eles querem e
ver a sua transformação, a sua entrega, para só então eles passarem a entender
aquilo que você fala ou prega.
Fique na paz do SENHOR e que DEUS esteja sempre a frente da
sua vida. AMÉM
Minha família e eu
trabalhamos com pessoas bem no meio da selva". Um dia, resolvi levar para
aquela região alguns abacaxis. O povo já tinha ouvido falar de abacaxis. Alguns
já os haviam provado, mas não tinham meios de consegui-los. Busquei então, mais
de cem mudas de uma outra missão. Contratei um homem da aldeia, e ele plantou
todas as mudas. Eu o paguei pelo serviço prestado (sal e diversas outras coisas
que necessitava) e durante dias ele trabalhou. Precisei ter muita paciência até
que as pequenas mudas de abacaxi se tornassem arbustos grandes e produzissem
abacaxis. Demorou uns três anos. Lá no meio da selva, você às vezes tem
saudades de comer frutas.
Não é fácil conseguir frutas e verduras frescas. Finalmente,
no terceiro ano, pudemos ver surgir abacaxis que davam "água na
boca", e só estávamos esperando o Natal chegar, porque é nesta época que
eles ficam maduros. No dia de Natal minha esposa e eu saímos ansiosos para ver
se algum abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma
surpresa desagradável após a outra. Não conseguimos colher nem um só abacaxi.
Os nativos haviam roubado todos! Eles os roubavam antes de ficarem maduros. É
costume deles, roubar antes que as frutas amadureçam e assim o dono não as
possa colher. E aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas
pessoas. Missionários não devem ficar com raiva, vocês todos sabem disto, mas
fiquei e eu disse a eles: "rapazes, eu esperei três anos por estes
abacaxis. Não consegui colher um único deles. Agora outros estão amadurecendo,
se desaparecer mais um só destes abacaxis, fecharei a minha clínica".
Minha esposa dirigia a clínica. Ela dava gratuitamente todos
os remédios àquela gente. Eles não pagavam nada! Nós estávamos nos desgastando
tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando as vidas de suas
crianças. Os abacaxis ficaram maduros e um por um foi roubado! Então achei que
deveria me defender deles. Eu simplesmente não podia deixar que fizessem comigo
o que queriam... Mas a verdadeira razão não era esta. Eu era uma pessoa muito
egoísta, que queria comer abacaxis. Fechei a clínica. As crianças começaram a
adoecer, não podiam evitar, a vida era bastante difícil naquela região. Vinham
pessoas com gripe, tossindo e pedindo remédio e nós dizíamos: "Não!
Lembrem-se que vocês roubaram nossos abacaxis". "Não fui eu!" -
eles respondiam - "foram os outros que fizeram isso". E continuaram
tossindo e pedindo. Não conseguimos manter mais a nossa posição; reabrimos a
clínica. Abrimos a clínica e eles continuaram roubando nossos abacaxis.
Fiquei novamente louco raiva e resolvi fechar o armazém. No
armazém eles compravam fósforos, sal, anzóis, etc. Antes eles não tinham essas
coisas, por isso não iriam morrer sem elas. Comuniquei minha decisão: "vou
fechar o armazém, vocês roubaram mais abacaxis". Fechamos o armazém e eles
começaram a resmungar: "vamos nos mudar daqui porque não temos mais sal.
Se não há mais armazém, não há vantagem para ficarmos aqui com esse homem.
Podemos voltar para nossas casas na selva" e se mudaram para a selva. E
ali estava eu, sentado comendo abacaxis, mas sem pessoas na aldeia, sem
ministério, sem condições de aprender a língua para traduzir a Bíblia. Falei
com minha esposa: "Podemos comer abacaxis nos Estados Unidos, se é só o
que temos para fazer".
Um dos nativos passou por ali, e eu lhe pedi para avisar que
na segunda-feira abriria novamente o armazém. Pensei e pensei em como resolver
o caso dos abacaxis... Meu Deus! Deve haver um jeito o que posso fazer? Chegou
o tempo de minha licença e eu aproveitei para ir a um Curso Intensivo para
Jovens. Lá ouvi que deveríamos entregar tudo a Deus. A Bíblia diz que se você
der você terá; se quiser guardar para si, perderá tudo. Dê todas as suas coisas
a Deus e Ele zelará para que você tenha o suficiente. Este é um princípio
básico. Pensei o seguinte: "amigo, você não tem nada a perder. Vou entregar
o caso dos abacaxis a Deus..." Eu sabia que não era fácil fazer um
sacrifício! Sacrificar significa você entregar algo que você gosta muito, mas
eu decidi dar a plantação de abacaxis a Deus e ver o que Ele faria. Assim, saí
para plantação, à noite e orei: "Pai, o Senhor está vendo estes pés de
abacaxis? Eu lutei muito para colher alguns. Discuti com os nativos, exigi meus
direitos. Fiz tudo errado, estou compreendendo agora. Reconheço o meu erro, e
quero entregar tudo ao Senhor. De agora em diante, se o Senhor quiser me deixar
comer algum abacaxi, eu aceito caso contrário, tudo bem, não tem
problema." Assim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram
roubando-os como de costume. Pensei com meus botões: "Deus não pôde
controlá-los"
Então um dia, eles vieram falar comigo: "Tu-uan (que
significa estrangeiro) o senhor se tornou cristão, não é verdade?" Eu
estava pronto para dizer: "Escute aqui, eu sou cristão já há vinte
anos!", mas em vez disto eu perguntei: "por que vocês estão
perguntando isso?" "Porque o senhor não fica mais com raiva quando
roubamos seus abacaxis", eles responderam. Isso me abriu os olhos. Eu
finalmente estava vivendo o que estivera pregando a eles. Eu lhes tinha dito
que amassem uns aos outros, que fossem gentis, e sempre exigia os meus direitos
e eles sabiam disso. Depois de algum tempo alguém perguntou: "Por que o
senhor não fica mais com raiva?" "Eu passei a plantação
adiante", respondi, "ela não pertence mais a mim, por isso vocês não
estão mais roubando os meus abacaxis e eu não tenho motivos para ficar com
raiva". Um deles arriscando perguntou: "para quem o senhor deu a
plantação?" então eu disse: "Dei a plantação para Deus". "A
Deus?" - exclamaram todos - "ele não tem abacaxis onde mora!"
"Eu não sei se lê tem ou não abacaxis onde mora", respondi - "eu
simplesmente lhe dei os abacaxis". Eles voltaram para a aldeia e disseram
para todos: "vocês sabem de quem estamos roubando os abacaxis? Tu-uam os
deu a Deus" e começaram a pensar sobre o assunto... E combinaram entre si:
"Se os abacaxis são de Deus, agora não devemos mais roubá-los" Eles
tinham medo de Deus.
Os abacaxis novamente começaram a amadurecer. Os nativos
vieram para me avisar: "Tu-uan, seus abacaxis estão maduros".
"Não são meus, eles pertencem a Deus" - respondi. "É melhor o
senhor comer, pois vão apodrecer". Então colhi alguns, e deixei também
para os nativos. Quando me sentei à mesa com minha família para comê-los, eu
orei: "Senhor, estamos comendo seus abacaxis, muito obrigado por me dar
alguns". Durante todos os anos em que estive com os nativos, eles
estiveram me observando, e prestando atenção às minhas palavras. Eles viam que
as duas coisas não combinavam. E, quando eu comecei a mudar, eles também
mudaram. Em pouco tempo, muitos se tornaram cristãos. O princípio da entrega a
Deus, estava funcionando realmente. Eu quase não acreditei... "Mais tarde,
passei a entregar outras coisas para Deus".
Esta é uma história verídica. A história do campo de
abacaxis aconteceu na Nova Guiné. Ela durou sete anos. É uma ilustração
profunda de um princípio bíblico básico aplicado. Ao ler este relato original,
você descobrirá que ele é um exemplo clássico do tipo de lutas que cada um de
nós enfrenta até que aprenda a aplicar o princípio de renúncia aos direitos
pessoais.
Esta é uma historia
verídica, porem ela não se passa tão distante assim, ela bem pode ser a sua, a
minha, a dos nossos lideres, pastores e etc.
Ao final desta leitura pare e reflita.
Tem muitos que estão lhe observando e tudo que eles querem e
ver a sua transformação, a sua entrega, para só então eles passarem a entender
aquilo que você fala ou prega.
Fique na paz do SENHOR e que DEUS esteja sempre a frente da
sua vida. AMÉM
Minha família e eu
trabalhamos com pessoas bem no meio da selva". Um dia, resolvi levar para
aquela região alguns abacaxis. O povo já tinha ouvido falar de abacaxis. Alguns
já os haviam provado, mas não tinham meios de consegui-los. Busquei então, mais
de cem mudas de uma outra missão. Contratei um homem da aldeia, e ele plantou
todas as mudas. Eu o paguei pelo serviço prestado (sal e diversas outras coisas
que necessitava) e durante dias ele trabalhou. Precisei ter muita paciência até
que as pequenas mudas de abacaxi se tornassem arbustos grandes e produzissem
abacaxis. Demorou uns três anos. Lá no meio da selva, você às vezes tem
saudades de comer frutas.
Não é fácil conseguir frutas e verduras frescas. Finalmente,
no terceiro ano, pudemos ver surgir abacaxis que davam "água na
boca", e só estávamos esperando o Natal chegar, porque é nesta época que
eles ficam maduros. No dia de Natal minha esposa e eu saímos ansiosos para ver
se algum abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma
surpresa desagradável após a outra. Não conseguimos colher nem um só abacaxi.
Os nativos haviam roubado todos! Eles os roubavam antes de ficarem maduros. É
costume deles, roubar antes que as frutas amadureçam e assim o dono não as
possa colher. E aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas
pessoas. Missionários não devem ficar com raiva, vocês todos sabem disto, mas
fiquei e eu disse a eles: "rapazes, eu esperei três anos por estes
abacaxis. Não consegui colher um único deles. Agora outros estão amadurecendo,
se desaparecer mais um só destes abacaxis, fecharei a minha clínica".
Minha esposa dirigia a clínica. Ela dava gratuitamente todos
os remédios àquela gente. Eles não pagavam nada! Nós estávamos nos desgastando
tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando as vidas de suas
crianças. Os abacaxis ficaram maduros e um por um foi roubado! Então achei que
deveria me defender deles. Eu simplesmente não podia deixar que fizessem comigo
o que queriam... Mas a verdadeira razão não era esta. Eu era uma pessoa muito
egoísta, que queria comer abacaxis. Fechei a clínica. As crianças começaram a
adoecer, não podiam evitar, a vida era bastante difícil naquela região. Vinham
pessoas com gripe, tossindo e pedindo remédio e nós dizíamos: "Não!
Lembrem-se que vocês roubaram nossos abacaxis". "Não fui eu!" -
eles respondiam - "foram os outros que fizeram isso". E continuaram
tossindo e pedindo. Não conseguimos manter mais a nossa posição; reabrimos a
clínica. Abrimos a clínica e eles continuaram roubando nossos abacaxis.
Fiquei novamente louco raiva e resolvi fechar o armazém. No
armazém eles compravam fósforos, sal, anzóis, etc. Antes eles não tinham essas
coisas, por isso não iriam morrer sem elas. Comuniquei minha decisão: "vou
fechar o armazém, vocês roubaram mais abacaxis". Fechamos o armazém e eles
começaram a resmungar: "vamos nos mudar daqui porque não temos mais sal.
Se não há mais armazém, não há vantagem para ficarmos aqui com esse homem.
Podemos voltar para nossas casas na selva" e se mudaram para a selva. E
ali estava eu, sentado comendo abacaxis, mas sem pessoas na aldeia, sem
ministério, sem condições de aprender a língua para traduzir a Bíblia. Falei
com minha esposa: "Podemos comer abacaxis nos Estados Unidos, se é só o
que temos para fazer".
Um dos nativos passou por ali, e eu lhe pedi para avisar que
na segunda-feira abriria novamente o armazém. Pensei e pensei em como resolver
o caso dos abacaxis... Meu Deus! Deve haver um jeito o que posso fazer? Chegou
o tempo de minha licença e eu aproveitei para ir a um Curso Intensivo para
Jovens. Lá ouvi que deveríamos entregar tudo a Deus. A Bíblia diz que se você
der você terá; se quiser guardar para si, perderá tudo. Dê todas as suas coisas
a Deus e Ele zelará para que você tenha o suficiente. Este é um princípio
básico. Pensei o seguinte: "amigo, você não tem nada a perder. Vou entregar
o caso dos abacaxis a Deus..." Eu sabia que não era fácil fazer um
sacrifício! Sacrificar significa você entregar algo que você gosta muito, mas
eu decidi dar a plantação de abacaxis a Deus e ver o que Ele faria. Assim, saí
para plantação, à noite e orei: "Pai, o Senhor está vendo estes pés de
abacaxis? Eu lutei muito para colher alguns. Discuti com os nativos, exigi meus
direitos. Fiz tudo errado, estou compreendendo agora. Reconheço o meu erro, e
quero entregar tudo ao Senhor. De agora em diante, se o Senhor quiser me deixar
comer algum abacaxi, eu aceito caso contrário, tudo bem, não tem
problema." Assim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram
roubando-os como de costume. Pensei com meus botões: "Deus não pôde
controlá-los"
Então um dia, eles vieram falar comigo: "Tu-uan (que
significa estrangeiro) o senhor se tornou cristão, não é verdade?" Eu
estava pronto para dizer: "Escute aqui, eu sou cristão já há vinte
anos!", mas em vez disto eu perguntei: "por que vocês estão
perguntando isso?" "Porque o senhor não fica mais com raiva quando
roubamos seus abacaxis", eles responderam. Isso me abriu os olhos. Eu
finalmente estava vivendo o que estivera pregando a eles. Eu lhes tinha dito
que amassem uns aos outros, que fossem gentis, e sempre exigia os meus direitos
e eles sabiam disso. Depois de algum tempo alguém perguntou: "Por que o
senhor não fica mais com raiva?" "Eu passei a plantação
adiante", respondi, "ela não pertence mais a mim, por isso vocês não
estão mais roubando os meus abacaxis e eu não tenho motivos para ficar com
raiva". Um deles arriscando perguntou: "para quem o senhor deu a
plantação?" então eu disse: "Dei a plantação para Deus". "A
Deus?" - exclamaram todos - "ele não tem abacaxis onde mora!"
"Eu não sei se lê tem ou não abacaxis onde mora", respondi - "eu
simplesmente lhe dei os abacaxis". Eles voltaram para a aldeia e disseram
para todos: "vocês sabem de quem estamos roubando os abacaxis? Tu-uam os
deu a Deus" e começaram a pensar sobre o assunto... E combinaram entre si:
"Se os abacaxis são de Deus, agora não devemos mais roubá-los" Eles
tinham medo de Deus.
Os abacaxis novamente começaram a amadurecer. Os nativos
vieram para me avisar: "Tu-uan, seus abacaxis estão maduros".
"Não são meus, eles pertencem a Deus" - respondi. "É melhor o
senhor comer, pois vão apodrecer". Então colhi alguns, e deixei também
para os nativos. Quando me sentei à mesa com minha família para comê-los, eu
orei: "Senhor, estamos comendo seus abacaxis, muito obrigado por me dar
alguns". Durante todos os anos em que estive com os nativos, eles
estiveram me observando, e prestando atenção às minhas palavras. Eles viam que
as duas coisas não combinavam. E, quando eu comecei a mudar, eles também
mudaram. Em pouco tempo, muitos se tornaram cristãos. O princípio da entrega a
Deus, estava funcionando realmente. Eu quase não acreditei... "Mais tarde,
passei a entregar outras coisas para Deus".
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TiaVania Oliveira
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sexta-feira, 17 de agosto de 2018
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
terça-feira, 14 de agosto de 2018
sábado, 4 de agosto de 2018
LAPBOOK
1. O que é um lapbook?
"Lapbook" significa livro de dobras, sobreposição ou abas.
No ensino secular o lapbook é uma ferramenta que você pode usar com suas crianças em lugar de folhas de trabalho ou outras ferramentas de aprendizagem monótonas.
Pode ser usado pelo aluno pré-escolar, médio, e mesmo entre os jovens, e pode ser usado para qualquer assunto!
2. Além disso, lapbooks são ferramentas de revisão imediata! É o melhor modo para o aluno relembrar o que aprendeu sobre determinado assunto retirado de lapbookpois um lapbook pode ter vários mini books!
3. Como são feitos os lapbooks?
São feitos de pastas de papéis de arquivo, cartolina, etc., você é livre para usar sua imaginação!
Um lapbook é usado para criar uma coleção de mini livros (mini books) e atividades que podem ser postos dentro de uma pasta de papéis.
Cada mini book contém um projeto, um ponto fundamental ou conceito relativo ao estudo de determinada unidade, assunto ou fato.
Por exemplo, seu estudante está estudando a Lua. Um lapbook da Lua pode incluir:
* Um mini book que o aluno escreveu sobre vocabulário Lunar;
* Um gráfico de balança que o aluno criou para comparar a massa da Lua com a da Terra.
* Um mini book para o aluno descrever as diferentes fases da Lua.
Os mini books incluídos em um lapbook podem ser de qualquer tamanho ou forma, e podem ser feitos de papel de cópia, papel criativo, ou tecido plano. Eles podem ser criados de gráficos de computador ou feitos à mão.
As possibilidades são infinitas.
4. Benefícios de um lapbook:
* Lapbooks destinam-se a reforçar e suplementar o que o aluno aprendeu sobre determinado assunto;
* Lapbooks permitem os estudantes serem criativos
* Lapbooks podem ser usados como ferramentas de estudos de várias unidades
* Lapbooks são pastas já prontas de estudos
* Lapbooks são ferramentas de revisão imediata;
* Lapbooks são fáceis de armazenar
Fonte do texto:
http://www.escoladominical.net/forum.phpFonte da imagem:
http://ministerio-c-adolescentes.blogspot.com
Veja um vídeo no link abaixo
https://www.youtube.com/watch?v=7qlys-dZzrI
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
COMO ACALMAR A TURMINHA
Sabemos que tem dias que as crianças estão com a corda
toda. Para esses dias inventei a técnica dos cartões (como juiz de futebol).
Cada cartão de uma cor simboliza uma ação
.Exemplos:
cartão azul = ESTÁTUA
cartão amarelo= DAR UMA GARGALHADA
cartão vermelho = PARE
cartão preto = ABAIXAR
cartão rosa = VOZ "INVISÍVEL" (SEM SOM)
cartão branco= DAR UM ABRAÇO
Na sala temos um cartaz com essas legendas.
Funciona muito , exemplo estamos andando em fila de repente levanto o cartão
azul, imediatamente todos ficam estátuas. é um barato eles adoram e ficam mais
calmos. Espero que este exemplo possam auxiliar vocês também.
- Vocês
poderão escolher os comandos.
Fonte Net
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