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terça-feira, 21 de agosto de 2018

HISTÓRIA MISSIONÁRIA O CAMPO DE ABACAXIS



Esta é uma história verídica. A história do campo de abacaxis aconteceu na Nova Guiné. Ela durou sete anos. É uma ilustração profunda de um princípio bíblico básico aplicado. Ao ler este relato original, você descobrirá que ele é um exemplo clássico do tipo de lutas que cada um de nós enfrenta até que aprenda a aplicar o princípio de renúncia aos direitos pessoais.
 Esta é uma historia verídica, porem ela não se passa tão distante assim, ela bem pode ser a sua, a minha, a dos nossos lideres, pastores e etc.
Ao final desta leitura pare e reflita.

Tem muitos que estão lhe observando e tudo que eles querem e ver a sua transformação, a sua entrega, para só então eles passarem a entender aquilo que você fala ou prega.
Fique na paz do SENHOR e que DEUS esteja sempre a frente da sua vida. AMÉM
 Minha família e eu trabalhamos com pessoas bem no meio da selva". Um dia, resolvi levar para aquela região alguns abacaxis. O povo já tinha ouvido falar de abacaxis. Alguns já os haviam provado, mas não tinham meios de consegui-los. Busquei então, mais de cem mudas de uma outra missão. Contratei um homem da aldeia, e ele plantou todas as mudas. Eu o paguei pelo serviço prestado (sal e diversas outras coisas que necessitava) e durante dias ele trabalhou. Precisei ter muita paciência até que as pequenas mudas de abacaxi se tornassem arbustos grandes e produzissem abacaxis. Demorou uns três anos. Lá no meio da selva, você às vezes tem saudades de comer frutas.
Não é fácil conseguir frutas e verduras frescas. Finalmente, no terceiro ano, pudemos ver surgir abacaxis que davam "água na boca", e só estávamos esperando o Natal chegar, porque é nesta época que eles ficam maduros. No dia de Natal minha esposa e eu saímos ansiosos para ver se algum abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma surpresa desagradável após a outra. Não conseguimos colher nem um só abacaxi. Os nativos haviam roubado todos! Eles os roubavam antes de ficarem maduros. É costume deles, roubar antes que as frutas amadureçam e assim o dono não as possa colher. E aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas pessoas. Missionários não devem ficar com raiva, vocês todos sabem disto, mas fiquei e eu disse a eles: "rapazes, eu esperei três anos por estes abacaxis. Não consegui colher um único deles. Agora outros estão amadurecendo, se desaparecer mais um só destes abacaxis, fecharei a minha clínica".
Minha esposa dirigia a clínica. Ela dava gratuitamente todos os remédios àquela gente. Eles não pagavam nada! Nós estávamos nos desgastando tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando as vidas de suas crianças. Os abacaxis ficaram maduros e um por um foi roubado! Então achei que deveria me defender deles. Eu simplesmente não podia deixar que fizessem comigo o que queriam... Mas a verdadeira razão não era esta. Eu era uma pessoa muito egoísta, que queria comer abacaxis. Fechei a clínica. As crianças começaram a adoecer, não podiam evitar, a vida era bastante difícil naquela região. Vinham pessoas com gripe, tossindo e pedindo remédio e nós dizíamos: "Não! Lembrem-se que vocês roubaram nossos abacaxis". "Não fui eu!" - eles respondiam - "foram os outros que fizeram isso". E continuaram tossindo e pedindo. Não conseguimos manter mais a nossa posição; reabrimos a clínica. Abrimos a clínica e eles continuaram roubando nossos abacaxis.

Fiquei novamente louco raiva e resolvi fechar o armazém. No armazém eles compravam fósforos, sal, anzóis, etc. Antes eles não tinham essas coisas, por isso não iriam morrer sem elas. Comuniquei minha decisão: "vou fechar o armazém, vocês roubaram mais abacaxis". Fechamos o armazém e eles começaram a resmungar: "vamos nos mudar daqui porque não temos mais sal. Se não há mais armazém, não há vantagem para ficarmos aqui com esse homem. Podemos voltar para nossas casas na selva" e se mudaram para a selva. E ali estava eu, sentado comendo abacaxis, mas sem pessoas na aldeia, sem ministério, sem condições de aprender a língua para traduzir a Bíblia. Falei com minha esposa: "Podemos comer abacaxis nos Estados Unidos, se é só o que temos para fazer".

Um dos nativos passou por ali, e eu lhe pedi para avisar que na segunda-feira abriria novamente o armazém. Pensei e pensei em como resolver o caso dos abacaxis... Meu Deus! Deve haver um jeito o que posso fazer? Chegou o tempo de minha licença e eu aproveitei para ir a um Curso Intensivo para Jovens. Lá ouvi que deveríamos entregar tudo a Deus. A Bíblia diz que se você der você terá; se quiser guardar para si, perderá tudo. Dê todas as suas coisas a Deus e Ele zelará para que você tenha o suficiente. Este é um princípio básico. Pensei o seguinte: "amigo, você não tem nada a perder. Vou entregar o caso dos abacaxis a Deus..." Eu sabia que não era fácil fazer um sacrifício! Sacrificar significa você entregar algo que você gosta muito, mas eu decidi dar a plantação de abacaxis a Deus e ver o que Ele faria. Assim, saí para plantação, à noite e orei: "Pai, o Senhor está vendo estes pés de abacaxis? Eu lutei muito para colher alguns. Discuti com os nativos, exigi meus direitos. Fiz tudo errado, estou compreendendo agora. Reconheço o meu erro, e quero entregar tudo ao Senhor. De agora em diante, se o Senhor quiser me deixar comer algum abacaxi, eu aceito caso contrário, tudo bem, não tem problema." Assim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram roubando-os como de costume. Pensei com meus botões: "Deus não pôde controlá-los"

Então um dia, eles vieram falar comigo: "Tu-uan (que significa estrangeiro) o senhor se tornou cristão, não é verdade?" Eu estava pronto para dizer: "Escute aqui, eu sou cristão já há vinte anos!", mas em vez disto eu perguntei: "por que vocês estão perguntando isso?" "Porque o senhor não fica mais com raiva quando roubamos seus abacaxis", eles responderam. Isso me abriu os olhos. Eu finalmente estava vivendo o que estivera pregando a eles. Eu lhes tinha dito que amassem uns aos outros, que fossem gentis, e sempre exigia os meus direitos e eles sabiam disso. Depois de algum tempo alguém perguntou: "Por que o senhor não fica mais com raiva?" "Eu passei a plantação adiante", respondi, "ela não pertence mais a mim, por isso vocês não estão mais roubando os meus abacaxis e eu não tenho motivos para ficar com raiva". Um deles arriscando perguntou: "para quem o senhor deu a plantação?" então eu disse: "Dei a plantação para Deus". "A Deus?" - exclamaram todos - "ele não tem abacaxis onde mora!" "Eu não sei se lê tem ou não abacaxis onde mora", respondi - "eu simplesmente lhe dei os abacaxis". Eles voltaram para a aldeia e disseram para todos: "vocês sabem de quem estamos roubando os abacaxis? Tu-uam os deu a Deus" e começaram a pensar sobre o assunto... E combinaram entre si: "Se os abacaxis são de Deus, agora não devemos mais roubá-los" Eles tinham medo de Deus.

Os abacaxis novamente começaram a amadurecer. Os nativos vieram para me avisar: "Tu-uan, seus abacaxis estão maduros". "Não são meus, eles pertencem a Deus" - respondi. "É melhor o senhor comer, pois vão apodrecer". Então colhi alguns, e deixei também para os nativos. Quando me sentei à mesa com minha família para comê-los, eu orei: "Senhor, estamos comendo seus abacaxis, muito obrigado por me dar alguns". Durante todos os anos em que estive com os nativos, eles estiveram me observando, e prestando atenção às minhas palavras. Eles viam que as duas coisas não combinavam. E, quando eu comecei a mudar, eles também mudaram. Em pouco tempo, muitos se tornaram cristãos. O princípio da entrega a Deus, estava funcionando realmente. Eu quase não acreditei... "Mais tarde, passei a entregar outras coisas para Deus".
Esta é uma história verídica. A história do campo de abacaxis aconteceu na Nova Guiné. Ela durou sete anos. É uma ilustração profunda de um princípio bíblico básico aplicado. Ao ler este relato original, você descobrirá que ele é um exemplo clássico do tipo de lutas que cada um de nós enfrenta até que aprenda a aplicar o princípio de renúncia aos direitos pessoais.
 Esta é uma historia verídica, porem ela não se passa tão distante assim, ela bem pode ser a sua, a minha, a dos nossos lideres, pastores e etc.
Ao final desta leitura pare e reflita.

Tem muitos que estão lhe observando e tudo que eles querem e ver a sua transformação, a sua entrega, para só então eles passarem a entender aquilo que você fala ou prega.
Fique na paz do SENHOR e que DEUS esteja sempre a frente da sua vida. AMÉM
 Minha família e eu trabalhamos com pessoas bem no meio da selva". Um dia, resolvi levar para aquela região alguns abacaxis. O povo já tinha ouvido falar de abacaxis. Alguns já os haviam provado, mas não tinham meios de consegui-los. Busquei então, mais de cem mudas de uma outra missão. Contratei um homem da aldeia, e ele plantou todas as mudas. Eu o paguei pelo serviço prestado (sal e diversas outras coisas que necessitava) e durante dias ele trabalhou. Precisei ter muita paciência até que as pequenas mudas de abacaxi se tornassem arbustos grandes e produzissem abacaxis. Demorou uns três anos. Lá no meio da selva, você às vezes tem saudades de comer frutas.
Não é fácil conseguir frutas e verduras frescas. Finalmente, no terceiro ano, pudemos ver surgir abacaxis que davam "água na boca", e só estávamos esperando o Natal chegar, porque é nesta época que eles ficam maduros. No dia de Natal minha esposa e eu saímos ansiosos para ver se algum abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma surpresa desagradável após a outra. Não conseguimos colher nem um só abacaxi. Os nativos haviam roubado todos! Eles os roubavam antes de ficarem maduros. É costume deles, roubar antes que as frutas amadureçam e assim o dono não as possa colher. E aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas pessoas. Missionários não devem ficar com raiva, vocês todos sabem disto, mas fiquei e eu disse a eles: "rapazes, eu esperei três anos por estes abacaxis. Não consegui colher um único deles. Agora outros estão amadurecendo, se desaparecer mais um só destes abacaxis, fecharei a minha clínica".
Minha esposa dirigia a clínica. Ela dava gratuitamente todos os remédios àquela gente. Eles não pagavam nada! Nós estávamos nos desgastando tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando as vidas de suas crianças. Os abacaxis ficaram maduros e um por um foi roubado! Então achei que deveria me defender deles. Eu simplesmente não podia deixar que fizessem comigo o que queriam... Mas a verdadeira razão não era esta. Eu era uma pessoa muito egoísta, que queria comer abacaxis. Fechei a clínica. As crianças começaram a adoecer, não podiam evitar, a vida era bastante difícil naquela região. Vinham pessoas com gripe, tossindo e pedindo remédio e nós dizíamos: "Não! Lembrem-se que vocês roubaram nossos abacaxis". "Não fui eu!" - eles respondiam - "foram os outros que fizeram isso". E continuaram tossindo e pedindo. Não conseguimos manter mais a nossa posição; reabrimos a clínica. Abrimos a clínica e eles continuaram roubando nossos abacaxis.

Fiquei novamente louco raiva e resolvi fechar o armazém. No armazém eles compravam fósforos, sal, anzóis, etc. Antes eles não tinham essas coisas, por isso não iriam morrer sem elas. Comuniquei minha decisão: "vou fechar o armazém, vocês roubaram mais abacaxis". Fechamos o armazém e eles começaram a resmungar: "vamos nos mudar daqui porque não temos mais sal. Se não há mais armazém, não há vantagem para ficarmos aqui com esse homem. Podemos voltar para nossas casas na selva" e se mudaram para a selva. E ali estava eu, sentado comendo abacaxis, mas sem pessoas na aldeia, sem ministério, sem condições de aprender a língua para traduzir a Bíblia. Falei com minha esposa: "Podemos comer abacaxis nos Estados Unidos, se é só o que temos para fazer".

Um dos nativos passou por ali, e eu lhe pedi para avisar que na segunda-feira abriria novamente o armazém. Pensei e pensei em como resolver o caso dos abacaxis... Meu Deus! Deve haver um jeito o que posso fazer? Chegou o tempo de minha licença e eu aproveitei para ir a um Curso Intensivo para Jovens. Lá ouvi que deveríamos entregar tudo a Deus. A Bíblia diz que se você der você terá; se quiser guardar para si, perderá tudo. Dê todas as suas coisas a Deus e Ele zelará para que você tenha o suficiente. Este é um princípio básico. Pensei o seguinte: "amigo, você não tem nada a perder. Vou entregar o caso dos abacaxis a Deus..." Eu sabia que não era fácil fazer um sacrifício! Sacrificar significa você entregar algo que você gosta muito, mas eu decidi dar a plantação de abacaxis a Deus e ver o que Ele faria. Assim, saí para plantação, à noite e orei: "Pai, o Senhor está vendo estes pés de abacaxis? Eu lutei muito para colher alguns. Discuti com os nativos, exigi meus direitos. Fiz tudo errado, estou compreendendo agora. Reconheço o meu erro, e quero entregar tudo ao Senhor. De agora em diante, se o Senhor quiser me deixar comer algum abacaxi, eu aceito caso contrário, tudo bem, não tem problema." Assim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram roubando-os como de costume. Pensei com meus botões: "Deus não pôde controlá-los"

Então um dia, eles vieram falar comigo: "Tu-uan (que significa estrangeiro) o senhor se tornou cristão, não é verdade?" Eu estava pronto para dizer: "Escute aqui, eu sou cristão já há vinte anos!", mas em vez disto eu perguntei: "por que vocês estão perguntando isso?" "Porque o senhor não fica mais com raiva quando roubamos seus abacaxis", eles responderam. Isso me abriu os olhos. Eu finalmente estava vivendo o que estivera pregando a eles. Eu lhes tinha dito que amassem uns aos outros, que fossem gentis, e sempre exigia os meus direitos e eles sabiam disso. Depois de algum tempo alguém perguntou: "Por que o senhor não fica mais com raiva?" "Eu passei a plantação adiante", respondi, "ela não pertence mais a mim, por isso vocês não estão mais roubando os meus abacaxis e eu não tenho motivos para ficar com raiva". Um deles arriscando perguntou: "para quem o senhor deu a plantação?" então eu disse: "Dei a plantação para Deus". "A Deus?" - exclamaram todos - "ele não tem abacaxis onde mora!" "Eu não sei se lê tem ou não abacaxis onde mora", respondi - "eu simplesmente lhe dei os abacaxis". Eles voltaram para a aldeia e disseram para todos: "vocês sabem de quem estamos roubando os abacaxis? Tu-uam os deu a Deus" e começaram a pensar sobre o assunto... E combinaram entre si: "Se os abacaxis são de Deus, agora não devemos mais roubá-los" Eles tinham medo de Deus.

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TiaVania Oliveira

segunda-feira, 11 de abril de 2016

HISTÓRIA MISSIONÁRIA PARA O DIA DO ÍNDIO. O PRESENTE QUE DEUS QUER. A OFERTA DO GRANDE CACIQUE


 HISTÓRIA MISSIONÁRIA PARA O DIA DO ÍNDIO. O PRESENTE QUE DEUS QUER. A OFERTA DO GRANDE CACIQUE.
FONTE. PEGUEI ESTA HISTÓRIA NO GRUPO NO FACEBOOK, TIAS COMPARTILHANDO HISTORIAS E RECURSOS BÍBLICOS.
POSTADA PELA IRMÃ: WEDIJA SOUZA.
NÃO FICOU BONS OS VISUAIS, POIS FIZ COM MUITA  PRESSA.



















sexta-feira, 15 de novembro de 2013

PROGRAMA ESPECIAL COMPLETO PARA O DIA DA BÍBLIA

PROGRAMA ESPECIAL PARA O DIA DA BÍBLIA , COM  IDEIAS DE LEMBRANCINHAS , BRINCADEIRAS E A HISTÓRIA DE JUAN PABLO RODRIGUES O MENINO POBRE FILHO DA LAVADEIRA DE ROUPA. ESTE MENINO VENDIA PÃO.
FONTE A REVISTA VIVENDO DA JUERP








sábado, 3 de agosto de 2013

HISTÓRIA PARA CRIANÇA DE EBD. O PESSEGUEIRO

UMA LINDA HISTÓRIA QUE ENSINA SOBRE O PERDÃO.
A TIA ELGITA ELABOROU OS VISUAIS  E MANDOU POR E-MAIL.OBRIGADA TIA ELGITA PELO O SEU AMOR E DEDICAÇÃO COM A OBRA DO SENHOR.
A ÚLTIMA FOTO TIA ELGITA CONTANDO A HISTÓRIA 
CONHEÇA A PÁGINA DO FACEBOOK DA TIA ELGITA











MENSAGEM – O PESSEGUEIRO – CONGRESSO ABRANCHES



TEMA:  “ Crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele”.  Lucas 2: 40



  1. O crescimento de Jesus foi um desenvolvimento humano, mas perfeito nos sentidos físicos, mental, moral e espiritual.  Pela primeira vez, uma criança realizava o ideal da humanidade.



  1. Anualmente: indica o profundo cuidado em cumprir as exigências da lei.



  1. DOZE anos: a idade em que o jovem judeu se tornava “filho da lei” e começava a cumprir suas exigências relacionadas com as festas, os jejuns etc....



  1. Maria e Jose  estavam acostumados perfeita obediência e responsabilidade de Jesus, de modo que não tomaram as precauções normais.



Jesus passou pelos estágios de desenvolvimento, sendo sempre perfeito para a sua idade.

Viveu numa família de vários filhos.

É provável  que José morreu quando Jesus ainda era moço, deixando sobre ele a responsabilidade de sustentar a família com carpinteiro – ver Marcos 6: 3





PERDÃO    ( Ex. oração Pai Nosso)



Isaias  55; 7 .. O nosso Deus por que é rico ... em perdoar





I João 1; 9 ... ele é fiel e justo para nos perdoar.



I  João 2; 12  ..vossos pecados são perdoados, por...



Marcos 11; 25 ...coisa contra alguém, perdoai, para 



Efésios 4; 32 ... também Deus, em Cristo vos perdoou..







Perdoar quem ????  todos até inimigos



Quando perdoar ????   logo



Quantas vez ?   70 x 7   -   Mat.. 18; 21





  1. Perdoar é devolver a liberdade ao outro e a mim  (Barrabás x Cristo)



  1. Perdoar é caminhar com o amor ao lado .



História do Pessegueiro



Numa pequena Igreja, no interior da cidade, onde todos faziam seu transporte como podiam.

Uns tinham carro, outros carroça, outros bicicleta. E ainda uns se locomovia com o TREM.



Marcos um rapaz muito bonito, tinha aproximadamente 25 anos, dedicado nos estudos.

Um moço que sempre freqüentava todos os cultos e participava das atividades da sua Igreja.

Era aparentemente “o moço modelo’’ que todos desejam ser”. Realmente assim procedia.

Seu pastor sempre podia contar com ele.  Marcos o moço ajudador.



Num determinado dia, Marcos encontrava-se um pouco desanimado, já não orava, não tinha mais aquela disposição para as coisas do Senhor.  Ele havia desobedecido a Deus “pecou”.



O Pastor precisou de Marcos, e foi ao seu encontro solicitar o  favor.

Mas, Marcos estava muito triste, desanimado, sem coragem, sem vontade, mostrava realmente desinteresse por tudo.



O tempo foi passando, e as notícias já corriam na pequena cidade: Marcos “o moço modelo” errou, ele pecou. Não podemos nos misturar com ele. O povo (irmãos) dizia:  vamos permanecer longe dele, pois o problema é dele.



E a notícia chegou aos ouvidos do pastor.



Enquanto todos comentavam o pecado de Marcos, sem se importarem em conversarem com ele oferecendo alguma ajuda espiritual.                                                                                                                                 

 Marcos estava sem saber o que fazer, solitário agora, e sentido culpa do próprio pecado cometido, resolveu então tomar uma decisão, dirigiu-se até o pastor, e contou tudo.



Dias depois o moço,  resolveu confessar o pecado a Igreja, pedindo  perdão.



Mas a Igreja não deu o perdão.   E os  dias foram se passando, os cultos eram todos normais, menos o Mário.



Mário retornou à Igreja, com sua decisão domada. - “Vou sair da cidade, vou embora, porque estou consciente do que fiz, e irei começar tudo longe daqui.  Vou embarcar na terça-feira, com o trem das 10:00 horas, e se por ventura alguém de vocês resolver me conceder o perdão, peço que coloque um lenço branco naquele pessegueiro, que fica ali na curva. Porque quando ali o trem chegar irei olhar pela janela, e avistando algum lenço, saberei que alguém me perdoou, e um dia poderei regressar a esta cidade, e com certeza terei um pouso.  Ouve silêncio total na Igreja. Todos ouviram atentamente a decisão Mário, mas ninguém se pronunciou.’’



Chegou à noite. E o embarque era no dia seguinte.

Noite de lágrimas, noite de despedida, noite de ...  sim, noite mal dormida. Noite de vigília.



Terça-feira - chegou o momento da partida.  Lá vai o Mário... com a sua mala, e o coração partido.

Dentro do trem.   S E R A    Q U E     A L G U EM      M E       P E R D O O U   ?  ?  ?

- Está perto da curva,  o pessegueiro, -  tenho que ver pela ultima vez o pessegueiro.

   Será que alguém me perdoou ?????????????????     Estou tão arrependido por tudo.



(Durante a noite, madrugada, cada pessoa que resolveu perdoar o Mário, foi até o pessegueiro e colocou o seu lenço branco, inclusive o pastor da Igreja).

  

E ali profundamente pensativo, dirigiu-se até a janela, e ao olhar......  eis o pessegueiro.

Exclamou, nossa!!! O que aconteceu???   O pessegueiro está    b r a n c o,    cheio de lenços.

Entre lágrimas, e soluços – a Igreja me perdoou – então um dia poderei regressar a minha cidade.    Obrigada meu Senhor.

E caiu de joelhos agradecendo ali mesmo a Deus pelo perdão recebido.   “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purifica de toda injustiça”.  I João 1:  9



Mário agora distante de todos, reiniciou a sua vida.  Tinha uma profunda esperança “ um dia irei retornar a minha cidade “.





Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.   Amai-vos uns aos outros.





DIGITADO POR:  Elgita P. Reis

domingo, 3 de junho de 2012

LIÇÃO EVANGELÍSTICA PARA CRIANÇAS. O IRMÃO MAIS VELHO

CONTE PARA OS SEUS ALUNOS ESTA LINDA E COMOVENTE HISTÓRIA SOBRE O AMOR DO IRMÃO MAIS VELHO.
FONTE O LIVRO CONTANDO HISTÓRIAS DA HILDA BEAN COWSET.


















​📖 O Irmão Mais Velho
​Sra. Carter Wright
​Uma vez, centenas de anos atrás, numa mansão espaçosa, um jovem fidalgo estava sendo honrado com uma grande festa. Era o costume daquele país longínquo celebrar com muita cerimônia o dia em que o filho mais velho da família recebia o direito de sua primogenitura, sendo reconhecido como o sucessor do seu pai na direção da herança.
​O grande salão de jantar brilhava, com a luz de centenas de velas. No chão estavam espalhados ramos cheirosos mistura-dos com flores silvestres. Bandeiras e estandartes enfeitavam as paredes.
​Menestréis com harpas tocavam e cantavam. Muitos cavalheiros, nas suas vestes de cetim, amarelo, vermelho e azul, participavam alegremente dos festejos. O jovem era o mais alegre de todos. Era bonito e corajoso, um filho de quem qualquer pai teria orgulho justo. Enquanto o velho barão ouvia de todos os lados os elogios merecidos de seu filho, sorria frequentemente e, às vezes, parecia alegre.
​Entre os gracejos e explosões de alegria, todavia, o jovem notou que o rosto do seu pai assumia sua expressão usual: triste e pensativa. Sabia que seu velho e querido pai estava pensando no seu outro filho mais jovem; aquele que, como o pródigo dos velhos tempos, rebelando-se, saíra de casa três anos antes. O pai o procurou inutilmente. Depois de algum tempo o nome do jovem errante nunca mais foi falado na mansão. O coração do velho pai batia sempre mais e mais lento e frequentemente lágrimas corriam silenciosamente pela sua face, e seus suspiros se ouviam mais do que as suas risadas. Nessa noite, ele procurava mostrar alegria. Tinha razão para ficar alegre, por causa dos feitos e caráter do seu primogênito.
​(Página 47)
​O jovem sabia da luta no coração do seu pai. De vez em quando notava os seus olhos saudosos, procurando inconscientemente o escudo pendurado na parede, o escudo que pertencera a um moço formoso, de olhos azuis, de 17 anos.
​Mais tarde, o jovem acompanhou seus convidados até o jardim. Quando o último se despediu, ele voltou silenciosamente para o salão.
​O velho barão estava perante o escudo daquele filho errante. Apertando as mãos e com olhos cheios de lágrimas, dizia:
​— Oh! Meu filho. Teu velho pai ainda te ama mesmo com todos os teus pecados. Se eu pudesse achar uma maneira de trazer-te de volta!
​De repente, um grande e irresistível propósito dominou o irmão mais velho. Ele falou suavemente:
​— Sim, pai, há uma maneira!
​Surpreso, o ancião limpou suas lágrimas e tentou sorrir e falar dos eventos do dia.
​— Não, pai, disse o jovem, não falemos mais de mim, de meus direitos, de minhas possessões. Falemos desse jovem, seu filho e meu irmão. Pai, tenho visto o senhor sofrer em silêncio. Eu também desejo a volta do mano ao lar. Aqui, hoje à noite, perante seu escudo, renuncio todos os prazeres e aventuras. Vou procurá-lo até achá-lo.
​O velho barão protestou:
​— Não, não, não, meu filho! Você não pode fazer isso! Por que você deve sofrer em seu lugar? Você não é culpado dos pecados dele. Você é minha única alegria e meu conforto. A procura seria cansativa demais e perigosa. Algo ruim poderia lhe acontecer. Não, meu filho, o sacrifício seria grande demais.
​— Mas, pai, irei trazê-lo de volta! Se o preço for grande, o galardão será maior.
​Quanta dor um coração sente ao ser dividido entre dois grandes amores! Por algum tempo o velho tremia com emoções divergentes. Então seu rosto ficou radiante, com nova esperança. Abraçando seu filho amado, disse:
​— Sim, o galardão será maior. Vá! Deus o abençoe! Diga a seu irmão que como prova do meu amor por ele, eu mandei você!
​(Página 48)
​Algumas horas mais tarde, o jovem vestindo sua armadura resplandecente e montado no seu cavalo de raça saiu noite a dentro.
​Cavalgava no calor do verão e na neve do inverno, através de selvas perigosas e sobre trilhas montanhosas. Depois de meses de procura, em vão, deixou de lado sua bela armadura e sua espada com o punho enfeitado de jóias e colocou um manto de pobre viajante.
​A pé, visitava os lavradores nos campos e os pastores nas montanhas. Entrava nas choupanas dos mendigos, nas prisões, e até nas cavernas dos leprosos.
​A pena não pode descrever seu cansaço e a repulsa e a repulsa de sua alma por causa do pecado e degradação que enfrentava na busca do seu irmão perdido, mas ainda amado. Só podia mandar notícias desalentadoras para seu pai ansioso.
​Os meses tornaram-se anos. Finalmente, numa terra além mar, o jovem entrou numa cidade pequena, murada. Descendo a rua, notou que todas as pessoas estavam indo na mesma direção. Caminhando, achava-se na companhia de um carpinteiro agradável e falador. O jovem perguntou:
​— Onde vai todo mundo?
​O carpinteiro respondeu:
​— Pela sua pergunta, percebo que o senhor é estrangeiro, porque, hoje, todas as pessoas daqui estão muito interessadas na execução de um condenado.
​— Quem será executado?, perguntou o viajante.
— Não me lembro do nome do jovem...
​Era um jovem que ia ser executado. Será?... Mas o carpinteiro continuou:
​(Página 49)
​— Venha cá, jovem! É uma tarefa terrível que tenho para fazer hoje. Deus não permite que eu derrame sangue inocente! Você é culpado?
​Não havia um traço criminoso no rosto pálido do jovem. Erguendo seus ombros, disse:
​— Sou culpado.
​E a próxima pergunta:
​— Você tem uma última mensagem para alguém?
​Orgulho e amor lutaram dentro do jovem. O amor venceu. O prisioneiro disse:
​— Senhor, tenho um velho e querido pai e um irmão mais velho, cujos cuidados desprezei, cujos conselhos não aceitei e cujo amor não valorizei. Diga-lhes que me arrependi quando já era tarde demais.
​O executor hesitou. Estava ficando nervoso com as respostas do jovem. Olhando para o povo, ele fez a terceira pergunta:
​— Há alguém aqui para substituir o réu?
​Certamente ninguém esperava uma resposta. A pergunta foi feita por mera formalidade. O povo recuou, espantado, ao ouvir um homem responder:
​— Sim, estou aqui para substituir o condenado!
​Subindo ao palanque, o estrangeiro, abraçando-se com o jovem condenado, disse:
​— Finalmente, meu irmão, achei-o. Trago-lhe a mensagem do nosso pai. Ele me mandou como prova de que ele ainda o ama. Prometi levá-lo de volta. Há uma só maneira. Vá você e diga-lhe que eu o mandei.
​O condenado desmaiou. O executor protestou freneticamente, mas não havia escolha. Lei é lei. Sua tarefa repulsiva foi feita com rapidez. Por alguns minutos, a multidão ficou paralisada e com terror, e depois se dispersou emocionada. A justiça havia sido feita. O irmão mais velho pagou o preço.
​(Página 50)
​O jovem voltou para casa, onde recebeu o perdão e a bênção do seu pai. Seria possível o irmão mais velho ser esquecido? Quem poderia ser tão ingrato para esquecer tão grande amor! Todos os anos, na data daquela noite em que o irmão mais velho saiu de casa para buscá-lo, esse outro irmão reunia todos os seus vizinhos e amigos para lhes contar a história desse sacrifício supremo.
​Muitos anos se passaram, mas sempre naquela noite o homem redimido contava a sua história a seus filhos e depois aos filhos de seus filhos. Assim, através dos séculos essa história de amor humano tem passado de geração à geração.
​Talvez essa história tenha tocado seu coração. Mas parece insignificante, à luz da história mais maravilhosa de amor de todos os tempos, a história do que Jesus Cristo, nosso irmão mais velho, fez por nós. Durante quase dois mil anos, os corações agradecidos têm contado como, naquela primeira noite de Natal, oh!, noite santa, Cristo deixou toda sua glória, mesmo sendo igual à glória de Deus, e veio à terra, buscar e salvar o que se havia perdido. Que dor terrível deve ter sofrido o Pai, ao ver seu Filho amado sair da glória do céu, para entrar na escuridão do mundo em pecado e padecer a morte na cruz, para pagar o preço da redenção do homem.
​Em Belém, nosso irmão mais velho tornou-se homem e começou a buscar os perdidos, que Deus ainda amava. Ele também veio com uma mensagem do Pai. É esta: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."
​Do Livro: Tell Well Stories
Tradução de Hilda Bean Cowsert, 1981
Usado com permissão

terça-feira, 24 de abril de 2012

HISTÓRIA MORAL PARA CULTO E EBD INFANTIL. O SACO DE CARVÃO



Fonte o Blog http://dpinfantil.blogspot.com.


Visuais feito pela Leidiane a Leidinha


Parabéns querida os visuais ficaram maravilhosos.

CLIQUE NAS IMAGENS PARA SALVAR EM TAMANHO MAIOR.









              O saco de carvão

O pequeno Zeca entra em casa, batendo os pés no assoalho com força. Seus pai, que estava indo para o quintal  fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo, chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha   desconfiado . Antes que seu pai dissesse alguma   coisa , fala irritado:
- Pai,  estou com muita raiva. O Juca não devia ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim pra ele, quero matar esse cara.
Seu pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos e ainda por cima colocou  eles contra mim! Não aceito isso!
- Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faça de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amigo Juca, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho, como está se sentindo agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e lhe fala com carinho:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não sujou; mas, olhe só para você! O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por isso, antes que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, saibamos que a mágoa e o rancor e outros sentimentos ruins ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações; elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter;
Cuidado com seu caráter; ele decidirá o seu destino.


Sugestão de brincadeira   para esta história.
DESEJAR AO PRÓXIMO O QUE DESEJA A SI MESMO

 Material necessário: lápis e papel
Desenvolvimento: O professor formará um círculo e distribuirá para os membros do grupo lápis e papel. Pedirá para cada um para escrever algum tipo de atividade que gostaria que o colega sentado à esquerda  realizasse. Depois disso pedirá  a cada um que leia o que escreveu e desempenhe a tarefa que havia sugerido ao seu colega.

 Compartilhar: Mostrar na prática que não devemos desejar ao próximo aquilo que não queremos para nós mesmos.